terça-feira, 29 de setembro de 2009

Bad Boys, Bad Boys...Watcha gonna do...

Uma gaja esta uns dias sem net… vai beber um cimbalino ou foi a bica, e parece que foi Marte! Na minha leitura habitual pela blogosfera dei conta de algumas coisas, umas mais outras menos interessantes no entanto ate porque uma parte da conversa foi feita comigo… cá vai!
Bad boy… “ é o típico jovem sem responsabilidades e que por mais que as coisas corram mal, arranja sempre uma maneira de se safar.” Não discordo de maneira nenhuma até porque me parece a designação ideal...o porque das mulheres os preferirem? Acho que tem a ver com o que se pode viver com eles e o que eles nos podem dar a aprender!
A minha preferência sempre foi essa, inclusive ultimamente reforçada!
As carinhas de anjo com o demónio no corpo, ui!!!



A foto é uma graçola... queriam bad boys não era???

Alguma vez...

... Nan nan nan… Não tenho o diabo no corpo, deus me livre de uma coisa dessas! Tou quase, quase a rezar um pai nosso! Sou uma santa, as vezes até parece que me estão a nascer asinhas, mas depois não é… “ Tchiiiii… quanto mais sofro mais tenho fé” … E o meu status Quo anda muito bem, obrigada.
A musiquinha e dedicada a mim, pois claro!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Gosto ainda muito mais...


... de sentir os teus olhos em mim quando me distraio.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Gosto de...

Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, riu do ridículo e choro porque tenho vontade, mas nem sempre tenho motivo. Tenho um sorriso confiante que as vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele. Sou inconstante e talvez imprevisível. Amo de verdade aqueles para quem eu digo isso, e irrito-me de forma inexplicável quando não acreditam nas minhas palavras. Tento sempre colocar em
prática aquilo que eu julgo certo. E são poucas as pessoas para quem eu me explico...

… Gosto dos venenos mais lentos! As bebidas as mais fortes! Dos cafés mais amargos! E os delírios mais loucos!

Não gosto de rotina…

… Gosto de gente com a cabeça no lugar, de conteúdo interno, idealismo nos olhos e dois pés no chão, gente que ri, chora, se emociona com um gesto de carinho, um abraço. Gente de coração desarmado em ódio e preconceitos baratos. Gente que erra e reconhece, cai e se levanta, apanha e assimila os golpes, tirando lições dos erros.

Gosto muito de gente assim como TU

ps: obrigada por seres o meu anjo da guarda

terça-feira, 22 de setembro de 2009

De vacances...

Contagens decrescente para as ferias…

... não é em Zanzibar mas a Caparica vai saber igual.

Até porque assim a primeira vista ninguém nota a diferença...

domingo, 20 de setembro de 2009

Lost...


Sim… não sei porque… ou sei! Mas sinto-me perdida.Preciso de resolver os meus monstros secretos, as feridas clandestinas, a minha insanidade oculta.As vezes fico a pensar... quantos de nós somos realmente originais? Transparentes? Quantos dizem realmente o que estão pensar? Quantos são realmente sinceros e não se escondem atrás de uma máscara com diversos rótulos...

sábado, 19 de setembro de 2009

Lobo mau...

Não procures o príncipe encantado. Procura, o lobo mau: ouve-te melhor, vê-te melhor e ainda te come...

Bicho do mato...



Sou bicho...Selvagem... Do mato, do mar e das cavernas! Sou ilha...Isolada... A ostra que guarda a pérola... Sou fera... Indomada...

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Ménage à Trois...


Ora bem, este blog vai voltar a ser o que era não e que seja mais interessante mas pelo menos vou deixar as tristezas de lado…
Hoje vou falar do "Ménage à Trois", que em Português significa: "limpeza a três"! E eu tenho uma teoria para esse nome. Todos reparamos que o nome é de origem francesa. E na altura dos reis havia aquelas empregadas da limpeza às quais se dá o nome de "French Maids" (e que usavam aquelas roupas muito sexy).
E agora vem a teoria! Era uma vez uma empregada da limpeza que foi chamada pela sua superior! A superior queria saber o porquê da empregada andar sempre metida no quarto dos Reis.
E ela: "Ah e tal, fui fazer uma ménage".
Superior: "Com os Reis no quarto?"
Empregada: "Sim. Foi uma ménage à trois".
E pronto! Desde essa altura os franceses começaram a encarar isso com algo normal...
O que eu não sabia é que até havia classificações para os diferentes tipos de Ménage à Trois. Fiz uma pequena pesquisa (só de texto, nada de imagens) sobre o ménage à trois, e encontrei algo de curioso. Então o ménage à trois pode ser dos seguintes tipos:
•MMF : Dois homens e uma mulher com bissexualidade masculino;
•FFM : Duas mulheres e um homem com bissexualidade feminino;
•MFM : Dois homens e uma mulher sem bissexualidade;
•FMF : Duas mulheres e um homem sem bissexualidade;
•MMM : Três homens em acto homossexual;
•FFF : Três mulheres em acto homossexual.

Agora pensem comigo: para haver um ménage, alguma das partes tem de ceder, não?

E seguem-se as perguntinhas ao meus caros leitores.

1.Já experimentaste?
2.Qual dos tipos de ménage gostarias de experimentar?

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Ou 8 ou 80... será defeito?

Vida em câmara lenta,
Oito ou oitenta,
Sinto que vou emergir...

não sei bem para onde mas vou!!!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Numa cajadada... 3 coelhos!


A expressão popular apenas dita matar 2 coelhos mas eu englobo 3 que sou muito a frente.
Comecei a eliminar problemas /confusões /atritos … para frente é que é caminho.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Patrick Swayze dead ...

...my favorite movie of all time ....dirty dancing

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Apetece-me...

... gritar a plenos pulmões... eu sei que não posso, mas apetece-me...

domingo, 13 de setembro de 2009

sábado, 12 de setembro de 2009

Set me free...


Estou estendida, olhos abertos. Apetece-me entrar em coma profundo. Vejo a vida a passar-me ao lado, o coração cada vez mais fraco. Apercebo-me aos poucos da gravidade da situação. Sinto-me a morrer. E é quando se está a morrer que se dá valor às coisas e se percebe o que de facto faz falta, e é então que não se sabe bem onde, se arranja forças para lutar.
Estou em plena consciência de que as atitudes passadas jamais serão reproduzidas.
Estou disposta a tudo para que me libertem, tenho certezas, coisa que é difícil ter nestas situações, mas eu tenho-as, e não me vão atraiçoar.
Odeio este sentimento de ansiedade por estar prestes a poder perder a oportunidade de ser feliz. Odeio-me por ter feito algumas coisas que fiz, mas venero-me por ter aprendido com as mesmas.
Continuo oca por todo o corpo, continuo com dor na alma, preciso urgentemente que me libertem.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Ingratidão...


Começo com um pensamento: “ O pior dos defeitos é a ingratidão, que despreza e apedreja hoje, quem beneficiou ontem”

Pois é infelizmente existe esta dor, não sei será dor física, emocional… mas sei que dói, dói muito! É um sentimento nefasto que desvaloriza o nosso sentimento de viver, apunhala o nosso convívio humano. A ingratidão existe porque existe a devoção. Devotamos a nossa amizade, carinho, afeição, amor e somos traídos em nome da falsidade. Este sentimento deixará uma ferida aberta?
Aceitar ingratidão e difícil, entende-la esta longe de ser fácil, porque a devoção da amizade, de um carinho oferecido, de um amor consagrado a alguém que, por traição, mancha com a podridão de palavras e actos é e será sempre difícil.
Como podes tu fazer-me isto? Não te lembras quando me disses-te que estava a abdicar da minha vida por vos? Como podes tu falar-me desta forma, se sabes do que abdiquei? Porque? Só me pergunto porque? Mas tou demasiado triste para pensar, demasiado cansada para perceber!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Há dias assim…


...que se assemelham muito à vida – de manhã chove; à tarde faz sol.
Só quem tem paciência para aceitar a chuva, chega a desfrutar, realmente, do sol.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

To relax for the day


Baby if you give it to me
I'll give it to you
As long as you want
You know i got it

So para meter nojo...

... tou de Folga

e o tempo parece-me muito bem.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Desilusão...


Vamos pela vida intercalando épocas de entusiasmo com épocas de desilusão.
De vez em quando andamos inchados como velas e caminhamos velozes pelo mar do mundo; noutras ocasiões – mais frequentes do que as outras – estamos murchos como folhas que o tempo engelhou.
Temos períodos dourados, em que caminhamos sobre nuvens e tudo nos parece maravilhoso, e outros – tão cinzentos! – em que talvez nos apetecesse adormecer e ficar assim durante o tempo necessário para que tudo voltasse a ser belo.
Acontece-nos a todos e constitui, sem dúvida, um sinal de imaturidade. Somos ainda crianças em muitos aspectos.
A verdade é que não temos razões para nos deixarmos levar demasiado por entusiasmos, pois já devíamos ter aprendido que não podem ser duradouros. A vida é que é, e não pode ser mais do que isso. Desejamos muito uma coisa, pensamos que se a alcançarmos obtemos uma espécie de céu, batemo-nos por ela com todas as forças.
Se nos desiludimos, a culpa não está nas coisas nem está nas outras pessoas. Se nos desiludimos, a culpa é nossa: porque nos deixamos iludir; porque nos deixamos levar por uma ilusão.
E quando somos nós a desiludir alguém? Como é que é a coisa?

Facto! Somos todos imperfeitos.
Facto! Todos possuímos a capacidade de fazer o bem e a capacidade de fazer o mal.

Eu como ser completamente imperfeito que sou já estive nos 2 lados da coisa, já desiludi e já fui desiludido e não poucas vezes perguntei-me "o que é pior? Magoar ou ser magoado? Desiludir ou ser desiludido?".

A verdade é que o rol de sensações, sentimentos, pensamentos que experimentámos quando desiludimos alguém são diferentes dos que temos quando somos desiludidos por alguém. Pode haver semelhanças como é óbvio entre ambos, mas no geral são as diferenças entre ambos que predominam.
Muitas vezes desiludimos alguém por puro desleixe. Com este ou outro comportamento que tanto tem de consciente como de inconsciente, deixamos de estar ao nosso melhor.
Sinto muito de te desiludi!!!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Só quero arrancar isto de dentro de mim...


Não digas nada. Peço que te mantenhas em silêncio. A minha cabeça anda à volta com tantas palavras, durante todo o dia, durante a noite.
Deixa que estas mesmas palavras se enlacem umas nas outras, se afastem e se entendam entre si. Preciso de as colar a um papel ou a um ecrã só porque estou farta de as ter a martelar-me na cabeça.
Ainda não sei se me apetece deitá-las fora? Se me apetece dizer-lhes que não quero dormir com elas?
Neste momento elas fazem parte de mim. Por muito que as enxote, elas persistem e vai insistindo a ficar por aqui e ali, elas vão sempre renascer e voltar a bailar na minha cabeça.
As vezes não fazem qualquer sentido! Quando, na sua pressa de serem as primeiras, se atropelam umas às outras e saem cá para fora em catadupa!
Quero ordena-las, dar-lhes a sensatez que sozinhas não conseguem atingir.
Que cansaço me provocam. Sinto uma vontade inexplicável de silêncio e de paragem. Preciso que tudo pare. Se tudo parar por instantes, as palavras poderão sossegar, irão silenciar-se?

Como queres que te responda a essa pergunta? Se palavras não se param. Olho à minha volta. Existem por todo o lado, entram-me pelos olhos dentro, obrigam o meu cérebro a assimilá-las, percebê-las, traduzi-las e dizê-las. Estou numa roda viva. Palavras, palavras, palavras......................eis-me de volta ao Silêncio.