Existem pontos. E depois existem os i’s. E depois há as madrugadas.Aquelas.
Em que metemos os pontos nos i’s. E ficamos assim... Insaciáveis.
Completamente desejosos de mais grafias. Ortografias. De uma folha em branco. Sem linhas. Apenas por desenhar. Tantos pontos. E ainda mais i’s. Os desejos podem ser saudáveis.
Podem...
Depois de saborear um pensamento. O sentimento torna-se Asma. A realidade envolvente demasiado pequena. E a fome incontrolavelmente sequiosa.
Tu falas em azul claro. Eu murmuro cores daltónicas. Como aquele nascer do sol. Escuta. Diz o silêncio. É o dia a chegar.
Tu dizes que não existem pecados.
Eu sussurro que... Nem semáforos para os prazeres.



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